• Gelson Celistre

Depressão e pensamentos suicidas

Atualizado: 18 de nov.

Atendimento de uma estudante adolescente com depressão, ansiedade e pensamentos suicidas que começaram há cerca de dois anos, está tomando medicamentos desde então e está com acompanhamento psicológico. Está sem ânimo, começou a ter dificuldades de aprendizagem na escola, tem amigas tóxicas, rejeição paterna, enfim, uma situação complexa.

Na quase totalidade dos casos de depressão existe a interferência de espíritos, principalmente se a pessoa tem pensamentos suicidas, pelo que me lembro em todos os casos de suicídio que já atendemos o suicida estava sob um forte processo obsessivo e neste caso não foi diferente. Logo ao sintonizar o médium com a jovem um espírito se manifestou dizendo que ela era muito má, era o espírito de um jovem que cometeu suicídio cortando os pulsos quanto tinha 18 anos de idade, por não aguentar as humilhações e castigos físicos que sofria na escola por uma professora, que evidentemente hoje é a estudante adolescente que está com depressão.

Esse jovem que se suicidou foi aluno dela desde os 11 anos de idade e disse que a professora tinha raiva dos alunos e descontava neles suas frustrações. Mas para desespero dele após sua morte ele ficou preso a ela, não conseguia se afastar dela e viveu um pesadelo ainda maior do que quando estava vivo. Mas ela não era ruim apenas com ele, nenhum dos alunos gostava dele e no astral havia um grupo de 48 espíritos querendo se vingar dela, mas eles ainda tinham tanto medo dela, mesmo ela estando reencarnada e com a personalidade de uma adolescente que não se aproximavam muito dela, ao invés disso, colocaram esse suicida novamente junto dela e emanavam sua energia de vingança contra ela à distância.

A proximidade do suicida estava causando a depressão, o desânimo e os pensamentos suicidas, pois foi com esses sentimentos que o rapaz morreu, sentimentos que eram potencializados pelos demais alunos. Nós encaminhamos o rapaz suicida para um hospital no astral e os demais nós apagamos a mente e encaminhamos para nosso setor de reencarnação.

Além desse processo obsessivo que a estudante adolescente estava sofrendo de espíritos que foram alunos dela na vida passada em que ela foi professora, havia um outro obsessor, esse da própria escola, que a perturbava sob a alegação de que toda escola deve que ter um aluno que não consegue acompanhar os demais, pois isso mostra que a escola não é fraca, passa a ideia de que a escola é boa, exigente. Esse espírito disse que obsidiava a aluna para cuidar da imagem da escola.

Ele próprio não sabia o motivo de ter escolhido essa estudante em particular para demonstrar que a escola não é fraca, mas fiz ele lembrar do passado e ele foi colega da estudante na vida na qual ela foi professora, ambos lecioanavam no mesmo colégio, que era ligado à Igreja Católica. Apagamos a mente desse professor obsessor e o encaminhamos para o setor de reencarnação.

Ainda vimos que o pai da estudante adolescente na vida atual, com o qual ela não tem uma relação muito afetiva, foi um espírito que ela abortou quando era professora, pois teve um caso amoroso com um outro professor que era casado e fez um aborto, por esse motivo mesmo na vida atual ele sendo pai dela existe um distanciamento emocional pois embora o pai não lembre dessa vida passada o sentimento que ele teve quando foi abortado por ela ficou registrado e energeticamente ele a rejeita.

Assim é a roda do destino, numa vida somos algozes e em outra somos vítimas, toda energia que sai de nós retorna para nós e vamos ter que lidar com ela de algum jeito.


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