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Terreiro - Pague para entrar e reze para sair

(Publicado originalmente no blog Apometria Universalista em 4/9/2020)


Muitas pessoas que frequentaram terreiros de religião já ouviram dizer que depois que você entra não pode mais sair, dizem que os "santos" e guias cobram do médium e transformam a vida da pessoa num inferno, que nada vai para frente, fica tudo travado e coisas similares e de certa forma isso acontece mesmo. Isso acontece porque a grande maioria desses terreiros não trabalha com nenhum santo ou entidade do bem, são espíritos do mal que realmente infernizam a pessoa para ela voltar quando sai, inclusive porque o próprio pai de santo faz trabalho para isso. No ano passado relatamos, num post de 31/10, Assédio sexual em terreiro, algumas bizarrices que ocorrem em alguns desses locais e hoje atendemos dois casos que ilustram bem essa questão do assédio para que o médium ou frequentador do local não saia do terreiro ou volte se saiu.

Uma pessoa que atendemos frequentou um terreiro onde o pai-de-santo ao invés de a ajudar a deixava mais perturbada. Ela tem depressão e tendência suicida, já tentou se matar uma vez e esteve internada numa clínica psiquiátrica. Por não aceitar cegamente tudo que o pai-de-santo dizia ele passou a fazer trabalhos para deixá-la louca, queria deixá-la mais vulnerável ainda para assedia-la sexualmente. Ela já saiu do local há algum tempo mas não dorme bem e tem pesadelos onde se vê no tal terreiro.

Quando sintonizamos com ela a encontramos desdobrada presa no tal terreiro. A noite quando ela dorme ela sente mais porque o corpo etérico se afasta mais do físico, mas estava lá o tempo todo, e sendo castigada por ter saído. Ela tinha feito a cabeça com sangue nesse terreiro e tinha ficado ligada energeticamente a uma entidade do local, o que facilitava que a mantivessem ali em desdobramento. Além dessa pessoa que atendemos havia mais 17 desdobradas no tal terreiro e pasmem, mais de 200 espíritos desencarnados, quiumbas, vampirizando essas pessoas, que são médiuns e frequentadores do próprio terreiro. Nós libertamos todos e conversamos com o tal pai-de-santo, que me ameaçou dizendo que tinha ido nas profundezas do inferno buscar demônios e que iria me destruir. Lógico que já mandei ele invocar esses demônios e logo apareceu um dragão cuspindo fogo em mim. Aí a história ficou até curiosa, joguei uma energia no bicho e ele virou um pirata com perna de pau, uma versão piorada do Jack Sparrow. Era um ser com uma energia de ódio muito grande e que quando era vivo foi apenas um marinheiro que desejava muito ser capitão, mas que depois de morto conseguiu aprisionar muitas pessoas que o humilharam quando era vivo e conseguiu no astral ter não apenas um navio, mas uma frota com 22 fragatas e mais de 200 espíritos como tripulação desses navios. Foi preso e a tripulação, que eram espíritos escravizados, foi libertada. Outro caso também uma mulher que havia frequentado um terreiro há muitos anos e o pai-de-santo a mantinha presa ao local no astral, com entidades a cobrando, dizendo que ela lhes devia, e perturbando o sono dela, não a deixavam dormir pois queriam que ela fosse para o terreiro no astral para servi-los e ela queria ir para outro local, aí como castigo eles não a deixavam dormir. Esses são apenas dois casos recentes, mas já nos deparamos com situações como essa há muito tempo. É comum encontrarmos pessoas que fizeram as vezes um trabalho num terreiro desses anos depois estarem lá aprisionadas, médiuns então nem se conta, é no estilo pague para entrar e reze para sair, e sem sucesso. E os que continuam frequentando esses terreiros são extorquidos constantemente com obrigações para os tais santos, onde tem que pagar muitas vezes altas quantias. O que mais aprisiona as pessoas, principalmente os médiuns, é fazer a cabeça no santo ou feitura de cabeça, onde supostamente a cabeça da pessoa é consagrada ao seu orixá, seu santo, mas que na prática, na grande maioria dos casos, o que ocorre é a pessoa estar sendo oferecida como alimento para um espirito, está sendo ligada a um espírito que vai vampirizá-la durante toda sua vida, vai sugar sua energia, e ainda vai aprisioná-la após sua morte. O que é feito é uma ligação energética entre a pessoa e o espírito, uma espécie de ligação direta, para que o espírito tenha acesso à energia da pessoa. Vamos deixar claro que nada temos contra as religiões de matriz africana ou a Umbanda, inclusive trabalhamos com espíritos ancestrais africanos que se juntaram a nós justamente porque combatemos a deturpação que essas religiões sofreram aqui no Brasil, estando dominadas por entidades das trevas, e muito distantes da religião original de culto as forças da natureza. Combatemos as forças do mal onde quer que elas se manifestem e procuramos esclarecer as pessoas sobre o que ocorre na realidade. Os terreiros que trabalham para a luz não se ofendem com nossos alertas, ao contrário, nos apoiam.

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