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Baphomet

  • Foto do escritor: Gelson Celistre
    Gelson Celistre
  • 8 de jan.
  • 2 min de leitura

Baphomet é uma figura simbólica cuja história nasce na Idade Média, associada inicialmente aos Cavaleiros Templários, que no século XIV foram acusados pela Inquisição de adorar um ídolo com esse nome — acusações hoje vistas como parte de um processo político e religioso para justificar sua perseguição. Séculos depois, no século XIX, o ocultista francês Éliphas Lévi reinterpretou Baphomet como um símbolo esotérico complexo, representando a união dos opostos — masculino e feminino, bem e mal, espírito e matéria — e não uma entidade demoníaca literal. Desde então, Baphomet tornou-se um arquétipo recorrente no ocultismo, na arte e na cultura popular, frequentemente mal compreendido como símbolo do mal absoluto, quando na verdade expressa equilíbrio, conhecimento e a totalidade da experiência humana.


Hoje nos deparamos com um espírito que desde 8.000 a.C. vem assumindo a forma de demônios para fazer pactos com seres humanos e assim obter deles o que ele mais deseja, suas almas. A última forma que ela adotou é a do Baphomet. Uma cliente nossa foi vítima de magia negra e a pessoa que fez a magia junto a uma cartomante fez um pacto com Baphomet no qual ela teria que o pagar com alguma coisa.

A cartomante que fez o pacto disse para a mulher que esse pagamento era algo simbólico, como uma oferenda, mas na prática o cabeça de bode iria levar a alma da mulher que fez o pacto. Esse espírito estava juntando almas para ter poder e era bastante determinado. Nesse tempo todo, desde o ano 8.000 a. C., ele já se passou por vários demônios em várias civilizações e conseguiu aprisionar cerca de 10.000 espíritos no astral.

Nossa equipe espiritual nos informou que nesse tempo ele já reencarnou 76 vezes, muitas delas são aquelas reencarnações apenas para refazer o corpo astral em que o espírito morre ainda bebê ou criança mantendo a frequência aberta, mas algumas vezes ele reencarna para usufruir do poder que amealhou e tem uma vida digamos normal. Mas isso não vai mais acontecer pois nós desmanchamos o feitiço, cortamos a conexão dele com a cartomante, o obliviamos, libertamos as almas que ele mantinha aprisionadas e ele vai ser encaminhado para uma reencarnação em que vai começar a pagar seu karma.

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