Lisboa umbralina
- Gelson Celistre

- há 52 minutos
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Numa consulta que fizemos hoje nos deparamos com uma imensa metrópole umbralina portuguesa, conectada a cidade de Lisboa e arredores aqui no físico, de onde vem a grande maioria de seus habitantes. Essa Lisboa umbralina tinha cerca de oito milhões de espíritos a habitando e possuía 12 tribunais do karma, cada um composto por uma corte de 12 juízes. A metade da população da Lisboa umbralina era composta por espíritos condenados por um desses tribunais, transformados em objetos ou animais, e foi através de um condenado por um desses tribunais que chegamos até essa cidade.

Atendemos um rapaz português que sofre de onicofagia, que é o hábito de roer unhas, e vimos que ele desenvolveu esse hábito na infância da vida atual, os pais viviam em desarmonia, brigavam muito, e ele ficava com medo, inseguro, muito ansioso, sem saber o que fazer, e roía as unhas. O hábito ficou associado a esse tipo de sentimento negativo e quando o rapaz se sente inseguro volta a roer as unhas. Porém, descobrimos que houve uma outra situação na qual ele desenvolveu esse hábito.
Numa vida passada esse rapaz já foi filho desses mesmos pais da vida atual, mas nessa vida passada eram muito pobres e ele passava fome. Ele era uma criança ainda, tinha nove anos de idade, quando começou a roubar comida estava estocada no celeiro de um vizinho. O vizinho notou que faltavam alguns mantimentos e achou que se tratasse de ratos, até que um dia pegou o menino roubando e lhe deu uma grande surra. O menino era franzino, mal nutrido, e acabou morrendo pouco tempo depois em decorrência dessa surra.
Após a morte foi parar na Lisboa umbralina e ao analisarem o motivo da morte dele, ter sido pego roubando, mesmo sem ninguém o ter acusado, ele foi sentenciado a se transformar em um enorme rato, com dentes e unhas enormes, que ele roía, mas elas voltavam a crescer. A sentença era que ele ficasse como um rato por toda a eternidade, mas a força mental da corte que o sentenciou durou apenas 58 anos e depois disso ele retornou à forma humana e acabou sendo puxado para reencarnação seguindo sua trajetória como espírito, com a ressalva desse resquício da sentença que ficou em alguma parte de sua mente.
Nós fomos até a Lisboa umbralina e promovemos uma reforma, retiramos da cidade os cerca de quatro milhões de condenados que estavam transformados em animais ou objetos, o que já descrevemos com mais detalhes em outras postagens sobre cidades astrais, os retransformamos à forma humana e os encaminhamos para um hospital no astral. Os 12 tribunais do karma existentes na Lisboa umbralina foram destituídos e os juizes e seus assessores foram obliviados e encaminhados para reencarnação.
A Lisboa umbralina ficou com cerca de quatro milhões de habitantes, vai continuar a receber espíritos mas agora sem julgamentos e sentenças, vão viver na cidade no astral como se estivessem no físico. Quanto ao jovem roedor de unhas, apagamos da mente dele essa sentença do tribunal do karma da Lisboa umbralina para que ele perca esse hábito.



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