O anti-hospital
- Gelson Celistre

- há 23 horas
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A mãe de uma das médiuns do grupo de apometria, uma senhora idosa, foi submetida a uma intervenção cirúrgica num hospital da cidade de Porto Alegre e depois foi passar uns dias com sua filha, na casa desta, juntamente com o esposo (pai da médium). Durante este período de recuperação da senhora, os demais moradores da casa começaram a apresentar sintomas de doenças que não tinham correlação entre si, como uma paralisia num lado do corpo como se sofrera um derrame, outro dia dores na perna do lado oposto do corpo, inflamação da garganta, rins, etc.

Ao investigar se havia algum componente espiritual nesse episódio logo os médiuns viram todos os moradores da casa rodeados de pessoas enfermas, espíritos de pessoas doentes. A princípio imaginamos o mais provável, que seria eles terem vindo com a mãe da médium do hospital onde ela esteve internada, pois é comum nesses locais haver uma população de doentes extrafísicos, isto é, pessoas que estavam no hospital em tratamento e morreram, porém, sem perceber que estão mortas, permanecem na instituição como se ainda fossem pacientes dela.
Entretanto, neste caso descobrimos que não era bem isso. O que ocorreu é que em um período intervidas, ou seja, num intervalo entre duas existências carnais aqui no plano físico, os membros da família da médium eram médicos num hospital do astral. O problema era que este local onde trabalhavam era na verdade um anti-hospital, parte de uma organização trevosa de espíritos dedicados ao mal, porque o que faziam ali era retirar dos doentes parte de seu corpo astral infectado por alguma doença e implantar nos corpos astrais de pessoas sadias, tanto encarnadas como desencarnadas. Os espíritos que se encontravam nesse anti-hospital acreditavam que estavam sendo tratados de suas doenças, mas na verdade eram apenas mantidos ali para que se extraísse deles seus fluídos contaminados.
Quando esteve no hospital em Porto Alegre se tratando, a mãe da consulente abriu esta frequência, sintonizou com aquele local onde já trabalhara e que ainda existia na dimensão astral. Este hospital de fachada, o anti-hospital, era um prédio enorme e contava com uma população em torno de 8.000 espíritos, entre encarnados e desencarnados, que eram utilizados para experiências maléficas.
Envolvemos todo o prédio num campo de força magnético e o elevamos até o posto de socorro com o qual trabalhamos. No posto eles fazem uma triagem nos pacientes e determinam para onde serão enviados e como serão tratados.
Publicado originalmente no blog Apometria Universalista em 17/3/2010.



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