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Efeito colateral

  • Foto do escritor: Gelson Celistre
    Gelson Celistre
  • 19 de mar.
  • 3 min de leitura

Hoje no atendimento de uma mulher idosa, conversando com um espírito que se apresenta como médico, o mesmo me disse que não existe remédio sem efeito colateral. Em se tratando do nosso sistema médico alopático creio que ele tem razão, mas o caso que eu discutia com ele não era referente a um medicamento, mas ao modus operandi que ele como médico usou num tratamento.


Essa mulher idosa já tratamos várias vezes, ela tem 85 anos, é viúva, fumante, tem câncer no pulmão e no fígado desde o ano passado, e já perdeu a vontade de viver, seu espírito anseia pela morte. Esse é talvez o maior empecilho para que ela melhore. Além disso, toda vez que vai ao médico algum urubu de idoso se encosta nela e piora o seu quadro de saúde. Já relatamos isso para uma das filhas e até vimos que espiritualmente é essa filha que está impedindo o desencarne da mãe, devido ao apego.

Essa mesma filha, desesperada porque a mãe não melhora, solicitou uma cirurgia espiritual a distância numa conhecida casa espírita de São Paulo em que um dos médicos é um tal de Dr. Espanhol, que foi quem me falou sobre o efeito colateral. Pois bem, a solução desse Dr. Espanhol para tratar a falta de vontade de viver da mulher idosa foi lhe arrumar um problema, colocaram um obsessor que a quer morta, mas que antes quer enlouquecer ela as duas filhas que moram com ela e cuidam dela.

Numa vida passada essa mulher idosa e suas duas filhas já viveram juntas de forma semelhante, só não eram mãe e filhas, mas era uma tia e suas sobrinhas, e as três eram bruxas. Tinham um pedaço de terra meio afastado da aldeia onde plantavam, criavam alguns animais e faziam seus feitiços. Tudo corria bem até que entrou um homem nessa equação. Um homem que sentiu o desejo de possuir aquelas três mulheres e tudo o que elas tinham, queria ser um cafetão de bruxas, ficar usufruindo do corpinho e dos bens que elas tinham.

Houve muita confusão e conflitos entre as três bruxas e a mais jovem acabou indo embora com esse homem, mas ele estava sempre insistindo para ela voltar e convencer as outras duas, até que ela se cansou e o abandonou, voltando a morar com as outras duas bruxas. Mas o homem ainda não havia desistido e estava perturbando as três bruxas, que resolveram dar um fim nessa situação. Convidaram o homem para sua cabana dizendo que aceitariam a proposta dele de ficar com as três.

O homem foi todo empolgado achando que seu desejo iria se realizar e ele ficaria como amante das três bruxas, e em meio a risadas, bebidas e carícias, o sujeito dormiu e não acordou mais porque as bruxas o envenenaram. Esse foi o espírito que o tal Dr. Espanhol colocou junto da mulher idosa para despertar nela a vontade de viver. O tal Dr. achou que estando com a vida em perigo, se sentindo ameaçada, isso despertaria nela a vontade de viver.

Concordo que existe uma certa lógica nesse pensamento, mas o problema é o efeito colateral, que no caso foi deixar a idosa muito agressiva, com raiva das filhas, piorou a saúde, e ela acusa as filhas de querer matá-la, pois está demente e confunde tudo. A simples presença no ambiente de um espirito de baixa vibração que quer ver as pessoas que moram nesse ambiente mortas, já seria um efeito colateral muito danoso pois rebaixaria a energia da casa toda e prejudicaria principalmente a idosa.

Nós obliviamos o cafetão das bruxas e depois foi que chamei o Dr. Espanhol para conversar e ele tentando justificar esse tratamento com obsessor. Detalhe, esse Dr. Espanhol é um espírito sem evolução, medíocre e de baixa vibração. Há cinco anos já havíamos nos deparado com um Doutor Espanhol que atuava nessa casa espírita, que faz parte de uma organização criminosa do astral. Novamente obliviamos esse novo Dr. Espanhol e todos os espíritos que atuavam nessa casa espírita, cerca de 160 espíritos.

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