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A confraria das bruxas

  • Foto do escritor: Gelson Celistre
    Gelson Celistre
  • há 15 horas
  • 4 min de leitura

Ultimamente temos nos deparado muito nos atendimentos com entidades trevosas ligadas às antigas artes ocultistas e confrarias de bruxas que utilizavam como símbolo o pentagrama. Neste atendimento de uma jovem de 19 anos estudante de psicologia, encontramos um grupo de bruxas lésbicas que estava ligado a ela.


Dentre as queixas da consulente, ela afirma que sente-se bloqueada, sente dores no corpo na presença de algumas pessoas de seu convívio, tem pesadelos,  frequentemente fica meio aérea e diz coisas das quais depois não se lembra de ter dito, sente-se mal quando chega na casa onde mora, sente um sono profundo e afirma que as pessoas sentem uma certa repulsa em ir à sua casa. Sua mãe também sente fortes dores no peito sem diagnóstico médico.

A consulente também afirma sentir dores diárias na cabeça, garganta, dentes, zunido nos ouvidos etc. Quando dorme sente que "vai morrer", depois sente-se fora do corpo e tem sensação de sufocamento e náuseas; relata choro frequente nessas ocasiões. Já trabalhou em um hospital e diz que sonhava com a morte dos pacientes antes delas ocorrerem e sentia cheiro intenso de flores nos quartos. Relata também que na casa alugada onde moram uma mulher morreu misteriosamente, sendo que ficaram vários objetos e móveis que pertenciam a ela.

As dores que a mãe da consulente sentia tinham relação principalmente com a falecida sogra dela, avó da consulente por parte de pai. Incorporada numa das médiuns ela afirmou que "quando precisou ela não ajudou" e outras coisas, mas na realidade era apenas para passar a ideia de que era um espírito "comum" magoado e ressentido, mas os outros médiuns já tinham visto que ela no astral era uma bruxa atuante e que ela vampirizava a mãe da consulente todas as noites, lhe sugando toda energia que podia.

Quando viu que sua estratégia "não colou" e que havíamos desmanchado a "base" dela no astral a bruxa começou a me ameaçar pois se achava muito forte. Apagamos sua mente e nossa equipe espiritual a levou. A consulente relatou que teve um sonho estranho onde estava presa em casa com sua mãe e que as portas e janelas batiam com força, elas tinham muito medo e rezavam.

Ela disse que estranhamente no sonho ela beijava a própria mãe na boca. Rastreando o tal sonho descobrimos que em vida passada ela e a mãe já vivenciaram os mesmos papeis, de mãe e filha, e que de fato houve uma invasão da casa delas e ambas foram mortas. A mãe dela naquela vida era viúva e ambas estavam sendo assediadas por uma confraria de bruxas lésbicas para ingressar no grupo, como recusaram as bruxas invadiram a casa e as mataram, após terem abusado sexualmente delas, sendo que depois de mortas seus corpos foram esquartejados.

Na dimensão astral essa frequência estava aberta e ativa, sendo que o grupo de bruxas estava ligado a ambas, a consulente e sua mãe, mas principalmente à consulente. Um dos médiuns me alertou que a equipe espiritual não estava conseguindo penetrar no campo de força criado pelas bruxas, que estavam sentadas em círculo dentro um grande pentagrama gravado no chão, juntamente com outros símbolos ocultistas, entoando mantras e orações, em profunda concentração.

Estes símbolos ardiam em chamas e a equipe espiritual não estava conseguindo destruí-los. Nesse momento eu me projetei até o local e pedi ao médium que fosse relatando o que estava ocorrendo, pois nesse tipo de desdobramento supraconsciente minha consciência no corpo físico não sabe o que eu, como espírito, estou fazendo fora do corpo.

O médium relatou que eu apareci entre as bruxas como um mago, vestindo uma túnica e carregando um cajado. Eu fui encostando a ponta do cajado na testa de cada uma das bruxas e elas foram caindo desmaiadas, saindo do transe, ao mesmo tempo que nossa equipe as ia recolhendo. Ficou por último a lider da seita, que segurava fortemente contra o peito seu livro de feitiços.

Nesse momento eu transformei o livro dela em fumaça e o aspirei para dentro de meus pulmões, ela ficou enfurecida e arremeteu contra mim tentando me estrangular com as mãos. Permaneci imóvel e com o olhar apaguei sua mente e ela desmaiou, sendo recolhida junto com as outras. Depois eu expeli novamente o livro de feitiços em forma de fumaça e ele foi colocado numa pequena bolha e levado pela equipe espiritual juntamente com as bruxas.

A líder das bruxas é a mulher que morava na casa alugada onde atualmente mora a consulente e que morreu misteriosamente. Esse grupo de bruxas acompanhava a consulente, quem tem mediunidade quase ostensiva, e lhe diziam algumas coisas que iriam acontecer em breve, tipo a morte de pacientes no hospital, a fim de que ela acreditasse que tinha um "dom" e se interessasse por artes adivinhatórias, como o tarot, pois isso facilitaria ainda mais a ligação entre elas e a consulente seria mais facilmente utilizada.

A ideia das bruxas era usar a consulente como médium a fim de facilitar a extração de ectoplasma e para as bruxas poderem agir no mundo material. Os problemas da consulente estavam diretamente ligados a essa confraria de bruxas, onde ela atuava em desdobramento inconsciente. Havia um enorme bolsão de espíritos ligados a essas bruxas e a consulente também sofria um processo de troca de energias com a confraria, daí as dores generalizadas e pesadelos. A melhora vai vir aos poucos com o desenvolvimento e o trabalho mediúnico que ela precisa realizar para se equilibrar energética e emocionalmente.

Publicado originalmente no blog Apometria Universalista em 7/4/2011.

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