Nas profundezas do umbral
- Gelson Celistre

- 22 de abr.
- 2 min de leitura
Uma cliente nossa estava sentindo apertos no pescoço e no peito, estava com a vista embaçada e turva, olheiras há vários dias, finanças meio descontroladas, e seu gatinho estava estranho e assustado. Ao verificarmos a situação nossa médium viu o espírito de um homem muito alto, mais de dois metros de altura, e seu corpo era todo cinza escuro, ele já estava perdendo as feições humanas e na parte do seu tronco já estava com a aparência de uma rocha marinham com cracas grudadas.

Conversamos com o espírito, que conseguiu falar com muita dificuldade, mesmo incorporado na médium. Ele relatou estar com dificuldade de respirar e com muita dor no peito. Disse que estava perdido no fim do mundo e que nossa cliente o achou e prometeu lhe dar uma vida melhor. Este espírito foi marido de nossa cliente nos anos 1.400 d.C., era um marinheiro português e morreu num naufrágio na costa da África.
Devido a densidade de seu espírito ele caiu numa região umbralina densa, aquática, e não conseguiu mais subir à superfície. Nesses seis séculos que se passaram ele foi ficando cada vez mais denso e se misturando com o ambiente em que se encontrava, estava num processo de fossilização e se não fosse resgatado se transformaria numa pedra de coral ou algo parecido, uma pedra no fundo do mar. Nós o resgatamos e o encaminhamos para um hospital no astral, juntamente com outros cerca de 90 espíritos que estavam na mesma fossa umbralina.
Nessa vida passada nossa cliente ficou viúva ainda jovem, tinha três filhas para criar, e trabalhava vendendo flores na rua. Para complementar a renda ele oferecia serviços sexuais para clientes selecionados e até que para a época ela tinha uma boa renda, que lhe permitia até gastos supérfluos para ela e as filhas. A sintonia com essa vida passada devido a presença junto dela desse marido de vida passada, estava fazendo ela gastar demais e descontrolou suas finanças, até porque as três filhas que ela tinha naquela vida estavam presas na frequência, aproveitamos e as resgatamos.
Quem assistiu o filme Piratas do Caribe O baú da morte, deve lembrar do pirata Davy Jones e sua tripulação, que viviam amaldiçoados no fundo do mar e estavam se transformando em peixes e animais marinhos. A situação aqui era muito semelhante, só que no caso o marinheiro estava se transformando em algum tipo de rocha. Esse tipo de situação pode acontecer sim e não é o primeiro caso de espírito que estava prestes a perder a forma humana que tratamos. A vida imita a arte ou a arte imita a vida?



Gostaria de saber como é o atendimento para pessoas que não tem acesso à vocês!