• Gelson Celistre

Dor nas costas

Hoje atendemos uma mulher que socorreu uma sobrinha que estava com dor nas costas e a dor passou para essa mulher, que já fez os exames solicitados pelo médico e não acusou nada de anormal, porém, já se passaram 20 dias e ela continua sentindo a dor nas costas. O atendimento foi solicitado ontem à tarde e na hora que recebi os dados para o atendimento também passei a sentir dor nas costas. Esse caso é interessante para vermos como nossos karmas se interconectam e para aqueles que acham que o apômetra só estala os dedos que tudo se resolve sozinho.

Nesse caso está evidente que a dor nas costas da mulher e a minha tem alguma coisa a ver com a sobrinha dela, e nesse caso para resolver o problema tivemos que atender a sobrinha também. Essa sobrinha numa vida passada foi um homem, um guerreiro indígena que matou muitos inimigos de outras tribos pelas costas, à traição, com lança ou flecha, e esses guerreiros mortos se sentiram impotentes, humilhados e traídos, pois não tiveram chance de lutar. Durante sua vida como guerreiro indígena a sobrinha matou 54 inimigos pelas costas, sendo que 29 deles a estavam obsidiando.

Quando ela tem algum sentimento como esses que ela provocou nos inimigos, impotência, humilhação e traição, eles conseguiam, se aproximar dela e cravar uma lança nas costas dela. Quando a mulher que nos solicitou atendimento socorreu a sobrinha, levou ela ao médico e numa fisioterapeuta, os obsessores ficaram com raiva dela e lhe cravaram uma lança nas costas também. Eles conseguiram acertar a mulher porque ela foi mãe dessa sobrinha nessa vida passada, então havia uma ligação kármica indireta com os obsessores, via karma coletivo da tribo.

A dor que eu senti foi porque me acertaram com uma flechada nas costas, um dos indígenas viu que eu tinha uma fragilidade na minha tela etérica nessa área e aproveitou a brecha. E ele consegui isso porque eu tinha um karma com indígenas, não da tribo dele, mas indígenas como ele. Numa vida passada eu negociei com uma tribo indígena aqui do Brasil e recebi deles uma canoa cheia de alimentos, sementes, veneno e um punhado de pedras preciosas, com a promessa de retornar com utensílios que eles queriam como facões, panelas, roupas, etc.

Só que eu não retornei, dei o calote neles, e a brecha cármica para o indígena conseguir me flechar foi o sentimento de traição que os indígenas que negociaram comigo sentiram. Nenhum dos indígenas que eu dei o calote estavam me perseguindo nem nada disso, mas aquele sentimento de traição, aquela energia que eles sentiram por minha causa, ainda existia, ficou pairando no local onde eles viveram.

Nós retiramos as lanças que eles haviam cravado nas costas da mulher que nos solicitou o atendimento e na sobrinha dela e retiramos a flecha que eles acertaram nas minhas costas. A dor que eu estava sentindo desapareceu logo depois. A mulher que atendemos foi levada para um hospital no astral e pode levar um pouco mais de tempo para se recuperar pois ficou muitos dias com essa lança atravessada no corpo astral, mas vai se recuperar em breve. Quanto aos indígenas retiramos a energia de raiva que sentiam da sobrinha pois isso os estava mantendo presos a ela, agora eles vão reencarnar e seguir seu ciclo evolutivo normalmente.

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