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  • Gelson Celistre

Deus do amor

(Publicado originalmente no blog Apometria Universalista em 11/7/2021)


Para se abrir uma frequência de vida passada praticamente qualquer coisa pode servir de gatilho, uma cena de um filme, um trecho de um livro, um som, um cheiro, uma tropeçada na rua, uma dor de dente, enfim, a existência de uma frequência já é o suficiente para ela estar predisposta a se abrir e nos conectarmos. Porém, pode ocorrer de nos conectarmos a uma frequência por influência do lado de lá, ou seja, algum espírito envolvido em uma frequência nossa pode nos sintonizar. Isso é comum quando sofremos um processo de obsessão, se o espírito obsessor estiver ainda sintonizado numa vida passada onde teve relação conosco a presença dele pode nos sintonizar com essa frequência de vida passada.

Mas pode ocorrer também que algum espírito queira nos conectar a uma vida passada nossa por outros interesses, pois nem sempre os espíritos que se aproximam de nós são nossos inimigos, às vezes eram nossos cônjuges, amigos, parentes ou companheiros de aventuras. Atendemos um caso em que a pessoa teve um sonho onde um ser que ela não conseguiu identificar chacoalhava a cabeça dela falando várias coisas que ela não entendeu, mas telepaticamente disse a ela que era o demônio, ela no sonho gritava pedindo socorro e acordou com palpitações e a cabeça formigando. Por já ter se consultado conosco e ter algum conhecimento de apometria ela imaginou que abriu alguma frequência por ter assistido um filme antes de dormir onde as pessoas bebiam e chacoalhavam a cabeça. Mas investigando descobrimos que o filme não teve nada a ver com isso. Numa vida passada há alguns séculos na Europa essa mulher foi poderosa na sociedade, era rica, e participava de uma seita que adorava um deus do amor, para o qual ofereciam a energia do prazer sexual, através de um ritual que envolvia uma orgia onde faziam sexo coletivo. Provavelmente eles adoravam o deus Baco, mas um outro espírito era quem recebia as oferendas e a energia usando essa imagem. Porém, nem todos eram voluntários nessas orgias, pois o ritual em ocasiões especiais, provavelmente anualmente, incluía o estupro coletivo de uma jovem virgem, que fora sequestrada, que depois era sacrificada para o tal deus do amor que cultuavam. Durante o tempo em que existiu essa seita eles sacrificaram 19 jovens para esse deus do amor.

O espírito que eles cultuavam como deus do amor até hoje ainda vivia desse tipo de energia sexual, preferencialmente desprendida em orgias, e como em virtude da pandemia essas atividades diminuíram, ele estava precisando de energia e mandou um de seus asseclas, que naquela vida da mulher era o sacerdote que realizava o ritual, atrás de antigos discípulos encarnados para os induzir a fazer sexo, para ele poder absorver essa energia. O sacerdote estava tentando induzir a mulher a agir na vida atual como ela agia naquela vida, onde o prazer sexual era muito importante para ela, para com isso ele alimentar o tal deus do sexo. No local onde esse deus do sexo vivia no astral ocorria uma orgia com cerca de 600 espíritos, em sua maioria desencarnados, por isso ele estava precisando da energia sexual de pessoas vivas, que fica impregnada de ectoplasma, pois esse deus do amor está há mais de 400 anos sem reencarnar. As 19 jovens que foram sacrificadas estavam presas no momento que antecedia sua morte, quando eram estupradas, nós as resgatamos juntamente com as centenas de espíritos que participavam da orgia. O sacerdote e o deus do amor tiveram a mente apagada e foram recolhidos para reabilitação. Esses espíritos que participavam da orgia no astral à medida que fossem reencarnando seriam pessoas muito libidinosas, onde o sexo teria uma importância demasiada em suas vidas, e que forneceriam energia para o tal deus do sexo. A mulher do sonho estava sendo cobrada por não estar fazendo sexo com a frequência que o deus do amor gostaria.

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