Rope Jump em Limeira
- Gelson Celistre

- há 3 dias
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Há dois dias atrás, no sábado dia 13 de junho, ocorreu uma tragédia na cidade de Limeira no interior do estado de São Paulo. Uma jovem de 21 anos de idade morreu na prática de rope jump ao ser arremessada do alto da Ponte do Esqueleto. Os vídeos que circulam nas redes sociais mostram dois homens a erguendo nos braços e a arremessando do alto da ponte, porém, esqueceram de amarrar a corda na jovem, que caiu em queda livre de uma altura de aproximadamente 40 metros.

Quando vi o vídeo nas redes sociais fiquei compadecido pela maneira trágica como a jovem morreu e pretendia efetuar o resgate hoje, na segunda-feira, mas acabei me conectando muito com o espírito da jovem e ontem já comecei a passar mal, então efetuamos o resgate do espírito da jovem ontem, no domingo.
A energia de consternação tanto da família da jovem quanto das famílias dos homens da empresa que promove os saltos de rope jump envolvidos na tragédia está ainda muito forte, todos estão enfrentando muita dor e sofrimento e creio ser desnecessário dizer que se trata de um resgate kármico que não convém detalhar nesse momento, vamos nos limitar a dizer que na frequência de vida passada relacionada ao karma da jovem resgatamos outros 17 espíritos.
Ao me conectar com essa situação toda envolvendo a morte da jovem em Limeira eu acabei me conectando também com uma frequência de vida passada minha. Há cerca de 3.000 anos eu fui sacerdote numa tribo polinésia que cultuava um vulcão como deus e fazia oferendas de seres humanos para o apaziguar.
Esse deus vulcão já era cultuado antes de mim e continuou sendo cultuado depois que eu morri e ao todo havia cerca de 2.000 espíritos que morreram como oferenda a esse deus vulcão ainda presos dentro dele, desse total 60 foram ofertados por mim no período em que fui sacerdote nessa tribo.
Cerca de 670 espíritos ainda viviam na tribo no astral. Nós efetuamos o resgate desses espíritos que viviam na tribo, dos cerca de 2.000 que morreram como oferenda e também do espírito que habitava o vulcão e que recebia as oferendas, o deus vulcão, que não tinha uma forma humana, era um ser disforme que era pura lava incandescente.



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