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Eu, juiz do karma

Atualizado: 27 de mai. de 2023

Recentemente senti uma energia muito densa em mim antes de começar uma reunião de atendimentos e pedi à médium para checar se essa energia era dos atendimentos que iríamos fazer ou se era alguma coisa comigo mesmo. A médium disse que havia um ser em forma de lagarto querendo incorporar em mim a fim de controlar minha mente. Pesquisando de onde veio essa criatura ela viu que veio de uma pessoa que já fez parte do nosso grupo e que saiu, coisa que já aconteceu antes e estamos acostumados a lidar.

Um grupo de apometria assim como qualquer grupo de pessoas sempre tem alguma energia destoante entre elas, afinal todos foram magos e bruxos no passado e em várias vidas até foram rivais, é normal, eu como dirigente tenho consciência disso e procuro harmonizar as relações de modo a que todos possam trabalhar e resgatar seus karmas. A tendência é que com a prática essas energias se harmonizem, mas eventualmente tem uma maçã podre que precisa sair para não contaminar as demais e ai ela se volta contra as maçãs sadias.

Mas quando estamos focados em nossos objetivos até um ataque que sofremos é uma oportunidade de resgate e é o que fazemos rotineiramente. Inicialmente como a criatura não tinha forma humana dei um comando para ver se ele era assim mesmo e ele se transformou num espírito humano. Como faço usualmente verificamos se eu tinha alguma ligação de vida passada com esse espírito e foi informado ao médium que a minha ligação com esse espírito não era de uma vida passada aqui no físico mas de um período intervidas no astral.

Nesse período intervidas eu fui um juiz do karma numa imensa cidade umbralina que existe há muitos séculos e onde ainda vivem mais de sete milhões de espíritos. Quem acompanha meus textos e já assistiu alguns de meus vídeos certamente não vai estranhar isso pois ainda carrego muito dessa arrogância típica dos juízes e não tenho pudores em decidir sobre o destino dos espíritos que encontramos em nossos atendimentos, mas cada réu tem o juiz que merece e atualmente não condenamos ninguém a virar um animal ou objeto, nos limitamos a apagar a mente dos espíritos como a mãe natureza faz.

Esse espírito tinha essa forma de lagarto porque eu o sentenciei a isso para que ele tivesse que viver rastejando. Conforme informações de nossa equipe espiritual quando estive nessa cidade como juiz do karma eu sentenciei mais de um milhão de espíritos sendo que mais de 800.000 ainda estavam lá metamorfoseados cumprindo a pena que eu impus a elas. Assim como ocorre em outras cidades umbralinas em que existem seres que se arrogam o direito de julgar os outros, as sentenças não se limitam a transformar os espíritos em animais, mas também em objetos como uma cadeira, uma mesa, uma colher, uma roupa, uma escada, um martelo, até em uma parede ou telhado.

Nessa cidade umbralina muita coisa era feita de espíritos, prédios, móveis, animais etc., que eram as penas mais severas, mas os espíritos com penas mis leves que não eram metamorfoseados em algum animal ou objeto ficavam ali trabalhando como assessores dos juízes ou fazendo outros serviços burocráticos para a manutenção da cidade. Não me informaram quantos juízes havia na minha época mas agora havia 120 juízes atuando nessa cidade umbralina que, evidentemente, foram destituídos desse cargo e vão entrar no processo reencarnatório.

As penas a que os espíritos residentes ali foram submetidas foram todas canceladas, a mente deles foi apagada e foram desmetamorfoseados. Nossa equipe vai reorganizar essa cidade para que esse espíritos continuem a viver ali, pois não temos onde colocar uma quantidade tão grande de espíritos com esse nível denso de energia, eles vão ficar vivendo ali até que sejam puxados para a reencarnação naturalmente, possivelmente após purgarem uma parte dessa energia densa.

Mesmo depois de eu ter saído da tal cidade os espíritos que eu condenei ainda estavam lá cumprindo a pena. Esse contingente todo era um lastro que certamente interferia na minha força mental hoje, é o que o Dr. Lacerda chama de fator barôntico, mas permitiram que esse lastro viesse à tona e eu pudesse agora tentar reparar o erro. Certamente esse tipo de atitude que eu tive no passado vai influenciar o meu futuro e certamente também influenciou no meu presente, mas pode ser considerada uma libertação, não só para os espíritos que eu havia condenado como juiz do karma, mas para mim mesmo.

Como dizia o Nietzsche, aquilo que não me mata me fortalece. Com o intuito de nos causar mal a pessoa que nos atacou com esse espírito em forma de lagarto possibilitou que reparássemos em parte nossos erros do passado e com isso nos deixou mais fortes pois eliminamos uma enorme carga de nosso fator barôntico.

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