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Jogo do Tigrinho: uma sombria rede espiritual

Foto do escritor: Gelson Celistre
Gelson Celistre
há 12 minutos
1 min de leitura

Efetuamos o resgate de uma mulher que cometeu su1c1d1o no ano passado devido ao vício no Jogo do Tigrinho, ela perdeu todo o dinheiro de uma herança que recebeu, mais de cem mil reais, e acumulou dívidas que a levaram ao desespero e acabou tirando a própria vida por envenenamento.


Geralmente pessoas que cometem su1c1d1o ficam vagando sem rumo no umbral, às vezes ainda perseguidas pelo obsessor que a induziu ao su1c1d1o, ou acabam sendo atraídas para regiões umbralinas onde se encontram outros su1c1das, mas nesse caso encontramos a mulher aprisionada numa região umbralina densa e o espírito que a mantinha presa tentou nos impedir de resgatá-la alegando que ela lhe pertencia.

Descobrimos que por trás desse Jogo do Tigrinho havia milhares de espíritos envolvidos, literalmente caçando pessoas suscetíveis ao vício e as induzindo a jogar compulsivamente, e esse espírito que mantinha a mulher presa era o responsável por induzir as pessoas ao su1c1d1o, pois o pagamento dele era a energia dessas pessoas quando morrem (o corpo etérico) e depois ele ainda mantinha os espíritos dos su1c1das presos, os escravizava.

Essa rede do Jogo do Tigrinho era composta por cerca de 2.800 espíritos. Esses espíritos que já são viciados em apostas caçam pessoas suscetíveis ao vício, pessoas que geralmente possuem alguma mediunidade sem saber e são mais facilmente influenciáveis, se encostam nelas e as fazem jogar.

Nós resgatamos a mulher e outros 67 espíritos que cometeram su1c1d1o por se endividarem devido a apostas no Jogo do Tigrinho e desmantelamos a rede que eles tinham no astral, cerca de 2.800 espíritos, que foram todos obliviados e encaminhamos para reencarnação.

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