• Gelson Celistre

Incontinência urinária e cleptomania

Atendemos uma menina que sofre de incontinência urinária noturna e é um caso interessante pios já havíamos atendido ela há cerca de dois anos pelo mesmo motivo e o problema ainda persiste. Até os cinco anos de idade ainda é considerado normal em crianças, mas passando dessa idade o xixi na cama pode se tratar de um distúrbio chamado de enurese noturna, que é a perda involuntária de urina durante o sono.

Somado isso a criança também tem cleptomania, quando vê alguma coisa de que gosta ela pega para ela, seja na casa de amigos ou outro local fora de sua residência. A cleptomania em crianças pode estar associada a carência afetiva e elas furtam alguma coisa para chamar a atenção para si, em busca de afeto, dos pais ou de outra pessoa de que gostam. Esse comportamento se não for adequadamente tratado pode continuar na vida adulta, vira um vício, e não é o objeto em si que dá prazer ao cleptomaníaco pois o objeto furtado perde seu valor logo em seguida ao furto, mas o ato de furtar alivia a tensão emocional que a pessoa sente e que descarrega dessa forma. A cleptomania é considerada uma doença, um transtorno psiquiátrico.

Esse caso é interessante por termos um histórico de algumas vidas passadas que influenciam na situação, e que são a causa desses comportamentos, e neste último atendimento encontramos também a causa kármica que envolve os pais da menina, que é filha única e está com 10 anos de idade.

No primeiro atendimento que fizemos, há cerca de dois anos, vimos que ela urinava na cama porque estava se divertindo muito no astral junto com um amiguinho e não queria interromper a brincadeira acordando para ter que ir ao banheiro. Ela vivia aventuras com um amiguinho numa região umbralina, pois libertava um amiguinho que estava preso por um demônio e depois ficavam os dois fugindo desse ser. Esse atendimento foi objeto da postagem Incontinência urinária noturna infantil.

Cerca de 15 dias depois desse atendimento foi feito outro, dessa vez focando também na questão da cleptomania, e foram tratadas duas vidas passadas da menina. Na primeira ela foi uma menina que tinha uma doença cardíaca e os pais, que tinham uma situação financeira muito boa, eram muito permissivos com ela, não lhe repreendiam em nada, ela podia fazer tudo o que quisesse sem que fosse lhe chamada a atenção, por conta do tal problema dela.

Era uma criança que se criou com muitos mimos e se tornou insuportável para quem convivia com ela, coisas do tipo jogar o prato de comida na cara da empregada se não gostasse, pegar as coisas dos colegas na escola para ela, bater nos colegas, tudo lhe era permitido sob a alegação de que não podia se estressar pois quando era contrariada ficava nervosa e tinha crises em que não conseguia respirar.

Essa situação durou até os oito anos de idade, quando ela pegou uma virose de outra criança, teve febre, e seu coração não resistiu. Após a morte da criança a mãe passou a idolatrá-la, construíram uma capela na propriedade onde colocaram seu corpo e a mãe passou a orar diariamente para a filha, que ela dizia ser um anjo que veio para nos ensinar alguma coisa. O delírio da mãe era tão grande que ela queria que a filha fosse beatificada e que fosse a primeira santa brasileira.

A menina estava desdobrada e sintonizada nessa frequência, que estava sendo mantida pelo espírito da mãe, que estava na capela orando pela filha. Apagamos a mente da mãe e a encaminhamos para reencarnação. A menina foi desconectada e a frequência foi fechada.

Ela ainda tinha uma outra frequência aberta, de uma vida passada onde foi uma prostituta muito requisitada para fetiches sexuais, principalmente uma prática chamada de golden shower, chuva dourada, onde a mulher urina sobre o parceiro. A consulente sentia muito prazer com essa prática, o quarto onde ela atendia seus clientes fedia a urina e esse cheiro a excitava. Ela estava com essa frequência ativa, onde era uma mulher adulta, e se vestia com uma roupa de couro que era um short curto e uma blusa sem alças, e calçava botas de couro com cano longo, quase até o joelho, e nas laterais das coxas tinha tatuagens.

Ela dizia que se sentia livre para fazer o que quisesse e sentia muito prazer em urinar na cama. No quarto dela no astral ela estava atendendo um grupo de 13 espíritos desencarnados, que foram seus clientes em vida. Nós apagamos a mente dos espíritos e os resgatamos, a mente da consulente também foi apagada e a frequência fechada.

Vejam a complexidade da situação, as energias que estavam por trás do xixi na cama de uma menina de oito anos de idade. Como consequência de estar com duas frequências abertas, numa dela inclusive com uma personalidade adulta atuando como prostituta, ela vivia muito tempo desdobrada na dimensão astral, não era muito conectada na vida física, e sua mente tinha dificuldade de distinguir quando ela está dormindo ou acordada. Para ela era como se a vida fosse uma eterna brincadeira onde ela poderia fazer tudo o que quisesse.

Agora, dois anos depois, ela ainda continua urinando na cama, mas a preocupação maior do pai é a cleptomania e buscando tratar isso encontramos ela desdobrada em outra frequência de vida passada na qual foi uma princesinha. Quando iniciamos o atendimento da menina ela se manifestou espontaneamente, muito autoritária, com essa personalidade com a qual estava sintonizada dizendo que ela era uma princesa, que é importante e sempre fez tudo o que quis, que pode fazer tudo o que quiser e que vai ser assim para sempre.

Ela estava prometida em casamento desde o seu nascimento para o príncipe herdeiro de um pequeno reino no norte da Europa e foi tratada como se fosse uma princesa, embora tecnicamente ela só se tornaria princesa após o casamento. Era uma menina extremamente mimada e tudo lhe era permitido, se gostasse de qualquer coisa que visse ela pegava para ela, não importando o que fosse ou de quem fosse. A noite ela tinha preguiça de se levantar e urinava na cama, quando acordava os serviçais vinham lhe trocar as roupas do corpo e da cama e a limpavam. Porém, aos 10 anos de idade ela adoeceu, ficou acamada e com febre, e morreu.

Após a morte ela despertou no castelo de seus pais onde morava sem saber que estava morta e ficou muitos anos confusa pois não conseguia interagir com as pessoas, viu que o príncipe com quem iria se casar se casou com outra moça e só percebeu que estava morta quando acompanhou a morte da própria mãe, porém, no astral mal tiveram tempo de conversar e a mãe desapareceu.

A princesinha, no entanto, ficou presa no castelo onde vivia porque sua morte ocorreu por um feitiço encomendando por uma princesa rival, uma outra moça que queria desposar o príncipe que estava prometido para ela. Além da a matar o feitiço a manteve presa no castelo da família para que ela não fosse perturbar o príncipe e sua futura esposa. Apagamos a mente da princesinha e fechamos a frequência após puxar o mago que fez o feitiço naquela vida, que foi há uns 250 anos.

Esse mago tinha um grande castelo no astral com 70 serviçais, sendo uns 20% de pessoas encarnadas desdobradas. Apagamos a mente do mago, libertamos os serviçais e destruímos o castelo dele, assim como o castelo onde a princesinha estava presa em desdobramento, e a desconectamos dessa frequência.

A jovem que mandou fazer o feitiço para a princesinha morrer para poder se casar com o príncipe é a mãe da menina na vida atual e o pai do príncipe naquela vida, que era o rei, é o pai da menina na vida atual. Mesmo com três atendimentos num período de dois anos onde foram tratadas várias situações de vidas passadas e encaminhados muitos espíritos, ainda não conseguimos eliminar totalmente os problemas porque, além da vontade da própria menina no astral, o karma dos pais e certamente a maneira como a tratam também interfere no resultado.

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