A sociedade coloca o amor romântico num pedestal, como se fosse a principal fonte de felicidade e realização. Filmes, músicas, redes sociais… tudo reforça a ideia de que encontrar “a pessoa certa” resolve a vida. Só que, na prática, isso cria expectativas irreais: relações sempre intensas, sem conflitos, com conexão perfeita o tempo todo. E quando a realidade aparece — rotina, diferenças, desgaste — muita gente acha que “o amor acabou”, quando na verdade ele só deixou de ser