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  • Gelson Celistre

Medo de falar em público - Glossofobia

(Publicado originalmente no blog Apometria Universalista em 28/6/2021)


Através da observação de vários casos ao longo dos anos identificamos que o resgate kármico é comumente acompanhado da obsessão. Quando estamos resgatando um karma gerado em vidas passadas é comum atrairmos para perto de nós algum espírito que tem ligação com esse karma e geralmente esse espírito passa a nos obsidiar.

Um efeito interessante disso é que esse espírito, mesmo tendo tido várias vidas depois daquela onde teve alguma coisa a ver com esse karma que estamos resgatando, ao ser puxado para perto de nós acaba lembrando daquela vida e assumindo a personalidade que tinha nela. Quanto mais tempo esse espírito ficar perto de nós mais ele vai se identificando com aquela vida e assumindo a personalidade que tinha nela.

Esse caso é bem ilustrativo desse fenômeno, pois já efetuamos alguns atendimentos para uma mesma pessoa para tratar o mesmo tema e como veremos a energia kármica abre a frequência onde o karma foi gerado e pode nos conectar também a outros espíritos presos na frequência. A pessoa que atendemos tem pânico de falar em público, glossofobia, mesmo que seja através de uma videoconferência, e isso lhe gera muito incômodo por ela ser professora.

No primeiro atendimento havia um obsessor que foi irmão dessa pessoa, que doravante vamos chamar de professora para facilitar a identificação nas vidas passadas, e que numa vida passada onde ambos eram irmãos, a professora era um homem com um importante cargo público na Europa na área diplomática, mas era esse seu irmão quem escrevia todos os seus discursos.

O irmão se interessou por uma mulher, mas a professora usou seu poder e cargo para seduzir a namorada do irmão, que como vingança fez um discurso que comprometia o país da professora, que enquanto lia, diante de diplomatas de outros países, acabou percebendo que estava falando bobagem, mas ficou sem saber o que fazer, entrou em pânico, mas achou que talvez mais adiante no discurso tivesse algo que desse sentido ao que ele estava dizendo, mas não tinha. Resultado: a professora perdeu o cargo que tinha no governo e o irmão foi preso acusado de alta traição, sabotagem do governo de seu país, e morreu na cadeia após seis anos preso. Esse espírito do irmão sempre que a professora na vida atual tinha que falar em público ele encostava nela, o que fazia ela sintonizar com aquele momento onde passou vergonha discursando. Ele não ficava o tempo todo perto dela, mas sabia quando ela ia falar e se aproximava. Numa outra vida a professora também foi uma professora numa escola só para meninos na Europa, era muito rígida, os alunos tinham medo dela a ponto de alguns chegarem a urinar nas calças na sala de aula, ela gritava muito e era muito autoritária, usava palmatória, colocava chapéu de burro nos alunos, aplicava castigos, etc. Um dos meninos que já era aluno dela desde os 14 anos, quando estava com 16 os pais a contrataram para dar aulas particulares para ele que parecia ter dificuldade de aprendizagem. Um dia numa das aulas particulares a professora o estressou e humilhou tanto que ele saiu correndo, pegou um revolver do pai e se matou com um tiro na cabeça. Esse espírito também quando a professora agora tinha que falar em público chamava os espíritos de outros alunos da professora daquela vida para vaiá-la. Numa outra vida passada onde a professora era um homem, ela tinha um filho que humilhava muito, chamava de burro e incapaz, desde criança. O filho cresceu sempre sendo humilhado pelo pai, mas casou e ficou morando nas terras do pai. Quando estava com 32 anos fez algo que contrariou o pai, que estuprou a esposa do filho e ainda bateu nele. O rapaz não suportou a situação e cometeu suicídio. No atendimento mais recente vimos uma vida passada onde a professora foi um menino, aluno de uma professora tão rígida quando ela foi no passado, era muito castigado, com palmatória e castigos, humilhado pela professora, a ponto de não querer ir para escola, mas os pais o obrigavam evidentemente. Porém, ele tinha tanto medo de ir para a escola e ser castigado que ele desenvolveu uma doença psicossomática gastrointestinal, ele literalmente se cagava de medo, e passou a se alimentar com dificuldade, até que adoeceu e morreu ainda criança. Nessa vida esse menino era de uma família muito humilde, a escola onde estudavam era com piso de terra, de chão batido, numa pequena comunidade rural. A professora rural que o amedrontava era uma mulher solitária e sua única realização era dar aulas nessa escolinha, era respeitada na comunidade, e além da professora que atendemos, a professora rural provocou a morte de outro menino naquela vida pelo mesmo motivo.

Essa frequência estava aberta e a tal professora rural estava lá dando aulas para 25 alunos, dentre eles a professora que atendemos e o outro menino que era seu amigo naquela vida. Treze desses 25 meninos eram desencarnados e 12 encarnados, desdobrados, sintonizados com aquele período daquela vida onde eram crianças. A professora rural nem sabia que estava morta, acreditava ainda estar ensinando as crianças.

Em todos estes atendimentos efetuamos os procedimentos necessários para encaminhar os espíritos e fechar as frequências, mas como podemos ver uma situação da vida atual, neste caso o medo de falar em público, está ligada a várias situações de vidas passadas, tanto onde a pessoa foi a vítima quanto onde foi o algoz, e não sabemos se ainda não existem outras situações que ainda não vimos, pois os karmas semelhantes se aglutinam em nosso reservatório kármico e quando vamos resgatar é como se um puxasse o outro em sequência, como se fossem camadas, onde você limpa uma e aparece outra, até que esse karma seja totalmente esgotado ou que esgote a capacidade da pessoa de suportá-lo na encarnação atual.

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